terça-feira, 11 de agosto de 2015

O PAPEL DA ESTIMULAÇÃO NO BERÇÁRIO

Em nenhum outro período de sua existência os seres humanos experimentam um desenvolvimento tão intenso como nos primeiros anos de vida.
Basta ver o salto que ocorre de 0 a 1 ano, quando os bebês começam a dar seus passos iniciais. Por isso, é importante não perder nenhuma oportunidade para participar desse crescimento, criando situações propícias e promovendo a estimulação. Eles têm necessidades específicas e características próprias que devem ser consideradas. 
No entanto, estimular bebês não é como ensinar crianças maiores. Os bebês aprendem de um modo muito diverso, principalmente pelos mecanismos da repetição, da imitação e da exploração sensorial, por meio do brincar. Exatamente por isso, os bebês podem atender a longos períodos de concentração desde que estejam envolvidos em algo de seu interesse. 
Os bebês crescem fisicamente, praticando exercícios motores; perceptivamente, desenvolvendo o pensamento e o conhecimento na solução de problemas; verbalmente, adquirindo comunicação receptiva e expressiva; psicologicamente, descobrindo sua própria identidade; socialmente, aprendendo a conviver com "amigos". Daí a importância do trabalho realizado no berçário. 
Nessa fase, é especialmente oportuno que os pais acompanhem o trabalho realizado pela escola, para que compreendam a extensão das atividades propostas.

O rolo possibilita a tonificação da musculatura dos braços e da musculatura dorsal do bebê, a fim de prepará-lo para o sentar.

Bolas na banheira – Trabalha-se o desenvolvimento da coordenação visual e motora, pois, para apanhar a bolinha dentro da água, o bebê necessita adequar o movimento a cada instante, uma vez que as bolas mexem-se constantemente.
Rolar é a primeira forma de deslocamento global do bebê, movimento que requer a integração da musculatura dos dois lados do corpo.

A Bola de Bobath possibilita o fortalecimento da musculatura dorsal e abdominal. Quando o bebê está sobre a bola, busca estabilidade e precisa ajustar-se a cada instante. Estes “ajustamentos” possibilitam a busca pelo equilíbrio corporal.

Cobertor – O “arrastar” sobre o cobertor possibilita o ajustamento do corpo na posição sentada, pois, quando o cobertor é puxado, o bebê contrai a musculatura necessária para manter-se em equilíbrio.

Lanterna - Usando a lanterna, pode-se explorar a coordenação visual e espacial, em que o bebê terá que acompanhar com os olhos o espaço por onde o ponto luminoso irá passar. O bebê tenta “pegar” o ponto de luz, o que possibilita também o trabalho de coordenação visual e motora.
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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Música: Dia dos Pais

Amigo Velho
Um passarinho me acordou cedinho
cantando lindo que nem rouxinol
e o céu sorrindo azul
azul limpinho
abriu caminho pra passar o sol
Um dia lindo com todas as cores
o arco-íris garantiu que sai
e o bem-te-vi disse que viu as flores
vindo enfeitar o dia do papai
Amigo velho
Eu queria falar
Meu velho amigo
Foi tão bom te encontrar
Amigo velho
Eu te amo demais
Meu velho amigo
Todo dia é dos pais
Eu convidei o gato
E o cachorro
Nem um amigo
Vai poder faltar
Super-herói, também
Tarzan e o Zorro
E o pererê não vai poder mancar
Vai ter pelada
E muita brincadeira
Toda alegria vem nos visitar
Queria tanto
Que esta festa inteira
Fosse um presente
Pra poder te dar.
Amigo velho
Eu queria falar
Meu velho amigo
Foi tão bom te encontrar
Amigo velho
Eu te amo demais
Meu velho amigo

Tod
o dia é dos pais
(Turma do Balão Mágico)

Reflexão: Agosto, mês dos pais...

Certas convenções parecem estar tão enraizadas em nosso modo de ver a vida e de viver, que ficam inquestionáveis. Com a comemoração do Dia dos Pais não é diferente. Em todos os lugares onde presto algum tipo de colaboração, e também nas escolas, tornou-se uma espécie de obrigação criar algo especial para ser apresentado aos pais, e as crianças devem forçosamente confeccionar alguma lembrança para lhes dar de presente. 

Sinceramente, isto tudo me parece muito mais uma satisfação das educadoras, para a coordenação das escolas e para as famílias das crianças, que uma atividade que reflete a realidade dos sentimentos de todos os envolvidos. Não estamos aqui defendendo nenhuma idéia do tipo "deviam parar com isto", "é só uma data comercial". Afinal de contas, existem muitos e muitos pais que realmente merecem e ficam sensibilizados pelas lembranças e homenagens que recebem. 


Só que, este ano, descobri que não concordo com o modo como lidamos com estas datas. E fico pensando nas crianças: será que elas concordam? Será que elas realmente estão contentes com os pais que têm? Será que elas realmente diriam as palavras que são colocadas em sua boca para recitarem, se tivessem escolha? 


Não vejo sentido em trabalhar datas comemorativas como esta, em sala, se não conhecemos a realidade dos alunos, se eles não têm chance de refletir e de perceber como realmente se sentem enquanto filhos. Onde está seu pai? Ele mora com você? Quando foi que o viu pela última vez? Do que vocês falam? Onde vão juntos? Costumam brincar? De quê?... 


Uma amiga minha contava, na segunda-feira, que os seus dois filhos mais novos passaram o domingo em prantos, porque tiveram a tradicional comemoração e presentes da escola para os pais, as tais mensagens e poesias de comportamento paterno idealizado, mas o seu próprio pai além de não morar com elas, nunca as visita e, quando telefona, nem pergunta como estão passando. Para muitos adultos, também não deixa de ser um dia difícil. 


E minha pergunta é: será nosso papel de educador acrescentar a estes alunos mais uma frustração, mais uma dor íntima, mais sentimento de rejeição do que elas já possuem? Ou será que somos tão superficiais em relação a este assunto porque temos medo de ver a realidade como é e de não sabermos o que fazer com ela? 


Por que não aproveitamos que todos estão falando disso para procurar entender a relação com esta criatura que chamamos de pai? Por que não aproveitamos para enxergar o ser humano que ele é, em vez de recitar poesias sobre o que ele nunca foi e, talvez, nunca venha a ser? Por que não verificamos as nossas expectativas em relação ao nosso pai, para ver se elas são reais ou fantasiosas, se elas nos fazem bem ou nos fazem sofrer, se elas nos fazem caminhar ou parar num ciclo de auto-piedade, em que culpamos os outros pelo modo como nos sentimos desprestigiados, negligenciados e rejeitados?... 


Nós precisamos compreender a paternidade além das convenções. Quem sabe, depois de algum tempo, nós realmente tenhamos, como produto da verdadeira reflexão de cada um e do aumento da percepção de si mesmo, poesias e mensagens que expressam, de verdade, nossos melhores sentimentos por nossos pais. 


Quem sabe possamos aprender a aceitar nossos pais como são, descobrindo as suas virtudes, estabelecendo um relacionamento pai/filho onde a sinceridade seja base do afeto e do respeito, no lugar da tentativa de resolver projeções e frustrações de um em relação ao outro.               (Rita Foelker)

ARTE PARA OS PAIS BY SHEILA ROCHA

CHAVEIROS
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EXPOSIÇÃO FOLCLORE

ARTES NO DIA DO FOLCLORE
















Imagens do Projeto Folclore (2010) no C.E.I. Viver e Aprender 

LIVRO COLETIVO - FOLCLORE


 A TURMA DA PEQUENA SEREIA (2 ANOS / 2011)                    EDUCADORA JOSIANE - PREPARARAM UM LIVRO COLETIVO! TODOS PARTICIPARAM DEIXANDO SUAS MARQUINHAS...

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